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Decisão final de investimento em Coral Sul 

  • 01 Jun 2017
  • Institucional
 

A Galp informa que o consórcio para o desenvolvimento da Área 4 em Moçambique tomou hoje a
decisão final de investimento (FID) relativa ao projeto FLNG Coral Sul.
A unidade flutuante de liquefação de gás natural (FLNG) terá uma capacidade de c.3,4 milhões de
toneladas por ano (mtpa) e será alocada à parte sul da descoberta Coral, a qual está exclusivamente
localizada na Área 4.
O consórcio também assinou hoje o contrato de Engenharia, Aprovisionamento, Construção, Instalação
e Comissionamento (EPCIC) para a unidade FLNG com o consórcio TJS (Technip, JGC, Samsung).
Adicionalmente, o consórcio adjudicou os contratos relativos ao upstream, nomeadamente para a
sonda de perfuração, para sistemas de produção subsea e umbilicais. O investimento total para o
desenvolvimento upstream e midstream é estimado em c.$7 mil milhões (bn) e o início da produção é
esperado em 2022.
O consórcio para a Área 4 assegurou ainda o financiamento do projeto no montante de c.$5 bn, com
um sindicato de ECAs (export credit agencies) e instituições financeiras internacionais.
Em outubro de 2016, o consórcio assinou um acordo com a BP para a venda do total de volumes
produzidos através da unidade FLNG em Coral Sul, por um período de 20 anos.
A aprovação do projeto Coral Sul representa um importante marco para a Galp, no âmbito do objetivo
estratégico de reduzir a intensidade carbónica do seu portefólio, bem como marca o primeiro passo de
um plano de desenvolvimento mais abrangente da Área 4. Estima-se que as descobertas realizadas
nesta área contenham c.85 Tcf de gás no jazigo (GIIP), incluindo a relevante descoberta de Mamba.
Devido à dimensão e qualidade dos recursos, à sua localização e às potenciais economias de escala, é
esperado que a bacia do Rovuma venha a desempenhar um papel fundamental na indústria do gás
natural em Moçambique.
A Eni East Africa (EEA) detém uma participação de 70% na Área 4, enquanto a Galp, a ENH e a Kogas
detêm 10% cada. Uma vez concluída a transação entre a EEA e a ExxonMobil, os interesses
participativos na Área 4 são esperados em 25% para a Eni e para a ExxonMobil, 20% para a CNPC,
enquanto a Galp, a ENH e a Kogas continuarão a deter 10% cada.

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