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Atuar de forma responsável e ética  
Atuar de forma responsável e ética 

Atuar de forma responsável e ética

Na Galp temos o compromisso de atuar de forma responsável e ética, assegurando as melhores práticas de governo e transparência.

Os valores e princípios da nossa Organização são os pilares da sustentabilidade de longo prazo, em particular na preservação das relações com os nossos stakeholders. Consideramos também que a transparência é um alicerce na construção destas relações de confiança com a sociedade.

 

As práticas de governo da nossa Organização visam a melhoria contínua e a otimização dos processos de gestão, fomentando a criação de valor e enfatizando a sua componente de longo prazo.

 

Continuar a integrar os principais Índices de Sustentabilidade, como o DJSI (Dow Jones Sustainability Indices) e o FTS4G (FTSE4Good Index Series) que avaliam e classificam o desempenho das empresas ao nível das suas práticas ambientais, sociais e de governo. Atingir até 2018 a participação feminina de 30% no Conselho de Administração

 

  •  Continuar a integrar os principais Índices de Sustentabilidade, como o DJSI (Dow Jones Sustainability Indices) e o FTS4G (FTSE4Good Index Series) que avaliam e classificam o desempenho das empresas ao nível das suas práticas ambientais, sociais e de governo.
  • Atingir até 2018 a participação feminina de 30% no Conselho de Administração.

 

 

Veja o que já fizemos e o que nos propomos a fazer:

 

 

  •  Dispomos de um Comité de Sustentabilidade, presidido pelo vice-presidente independente do Conselho de Administração e com a participação permanente do presidente da Comissão Executiva (CEO), Administrador Executivo, com o pelouro das Direções de AQS e Sustentabilidade (CSO) e Gestão de Risco (CRO), Administrador Executivo financeiro (CFO), Responsável pela direção corporativa de AQSS (Secretário do CS) e os Responsáveis de 1ª Linha das UOs. O Comité de Sustentabilidade promove a disseminação e aplicação das melhores práticas do setor, em todas as áreas de negócio e corporativas.

 

  •  Dispomos de um Comité de Gestão de Risco que apoia e monitoriza a definição e execução da estratégia e política de gestão de risco da Galp.

 

  •  Dispomos de um Código de Ética e Conduta e de um canal de comunicação de irregularidades (opentalk@galpenergia.com).

 

  •  Assumimos a responsabilidade de promover nos Joint Operating Agreements (JOA), o respeito pelas políticas, práticas e standards da GALP.

 

  •  Participamos, em conjunto com os nossos parceiros, em auditorias de compliance a ativos que não operamos com o objetivo de identificar riscos e promover a melhoria contínua das práticas de governance e compliance.

 

  •  Reforçámos os mecanismos e procedimentos de análise de contrapartes no âmbito de Know Your Counterparty (KYC) e Know Your Transaction (KYT).

 

 

 

  •  Promover formação contínua sobre as temáticas previstas no Código de Ética e Conduta.

 

  • Definir e implementar o programa geral de compliance do Grupo.

 

  •  Continuar a desenvolver os mecanismos de Know Your Counterparty em vigor (no âmbito de Third-Party Dilligence) e Know Your Transaction, através da utilização de tecnologias de informação que promovam o alinhamento com as melhores práticas internacionais.

 

  •  Assegurar a participação em organismos, nacionais e internacionais, sobre temas de compliance e ética.

  

 

3. Inovação, investigação e desenvolvimento e promoção de tecnologias eficientes

    Objetivos Estratégicos > Linhas de Orientação

    • Assegurar que a estratégia de inovação e investigação inclui áreas de atuação relacionadas com as alterações climáticas.
    • A companhar as tecnologias emergentes e compreender o impacto no negócio e nos diferentes mercados.
    • Promover a investigação e maximizar a produção de biocombustíveis.
    • Promover a investigação, desenvolvimento e implementação de serviços e soluções inovadoras, visando a melhoria da eficiência energética nas operações, nos clientes e parceiros.

    Medidas

    • Alocar ao plano estratégico de I&D para as atividades de E&P no Brasil um budget específico para o desenvolvimento de projetos relacionados com a eficiência energética e com a mitigação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE).
    • Acréscimo anual de 5% de clientes com acesso a ofertas de eficiência energética (green customers) face ao ano anterior.
    • Estabelecer parcerias com a comunidade científica e tecnológica nacional e internacional para a realização de projetos específicos de eficiência energética e mitigação das emissões de GEE, nomeadamente:
      – programa Galp 20-20-20;
      – formação avançada (doutoramentos) aos colaboradores da Galp Energia;
      – em áreas específicas relacionadas com a eficiência energética e mitigação de emissões.
    • Através da implementação do programa Galp 20-20-20, atingir uma redução de 10% a 15% do consumo de energia (relativamente ao baseline antes do projeto).
    • Produzir matérias-primas para biocombustíveis, nomeadamente óleo de palma (Brasil – projeto Belém).
    • Produzir biodiesel:
      – a partir de matérias-primas residuais não-alimentares (Portugal – projeto Enerfuel);
      – de segunda geração através da tecnologia de coprocessamento de óleo vegetal hidrotratado (HVO) (Portugal – Refinaria de Sines).
    • Atingir, em 2020, os 10% de substituição por fontes de energia renovável (FER) nos combustíveis para os transportes rodoviários, garantindo um mínimo de 60% de redução das emissões de GEE no ciclo de vida.
4. Antecipação de tendências e expectativas de stakeholders no âmbito da energia e clima

    Objetivos Estratégicos > Linhas de Orientação

    • Assegurar a inclusão do tema “alterações climáticas” no processo de envolvimento e acompanhamento das expectativas dos stakeholders relevantes.
    • Antecipar o impacto das tendências do sector e criar uma participação ativa em processos de decisão política, no âmbito das alterações climáticas.
    • Monitorizar e comunicar a pegada de carbono da Galp Energia e promover a adoção de práticas que minimizem as respetivas emissões.

    Medidas

    • Participar em grupos de trabalho e discussão de novas normas/regulamentos/leis para antecipar tendências e assegurar o cumprimento de todas as novas exigências legais [por exemplo, CONCAWE (ADH – Marine Fuels; ADH – Aviation Fuels), Europia, APETRO, Comissão Sectorial de Normalização para GN no sector dos transportes, etc.].
    • Realizar análise de materialidade das categorias a incluir na pegada de carbono (incluindo âmbito 3 – upstream e downstream).


Atualizado em: 17 Fev 2017

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