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Energia e Clima  
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Energia e Clima

Na Galp temos o compromisso de contribuir para a satisfação das necessidades energéticas futuras, minimizando a intensidade carbónica da nossa atividade.

Comprometemo-nos a contribuir para a satisfação das necessidades energéticas do futuro de uma forma eficiente e responsável, atendendo aos desafios de energia e clima no atual contexto de políticas globais.

 

Para tal, desenvolvemos um portefólio equilibrado de negócios, investindo gradualmente em tecnologias de baixo carbono, em projetos de gás natural e na utilização de novas energias, por forma a gerir a evolução do mix energético.

 

 

  •  Desenvolver portefólio com menor intensidade carbónica e novos modelos de negócio.
  •  Incorporar os desafios de energia e clima na análise de investimento, promovendo o gás natural no portfólio de E&P.
  •  Disponibilizar soluções de mobilidade, eficiência energética e conforto.
  •  Reduzir até 2019, face aos valores de 2013, 15% e 22% da intensidade carbónica nas refinarias de Matosinhos e Sines, respetivamente.
  •  Cumprir o compromisso com a iniciativa Zero Routine Flaring, até 2030.

 

 

Veja o que já fizemos e o que nos propomos a fazer:

  •  Aderimos à plataforma Take Action|We Mean Business em parceria com a United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC).

 

  •  Aderimos à iniciativa Zero Routine Flaring, até 2030. 

 

  •  Todas as nossas operações offshore no Brasil são dotadas de sistemas de separação e reinjeção de CO2.

 

  •  Incorporámos o Preço de Carbono na avaliação de projetos de investimentos e adotamos práticas de reporte de informação não financeira relacionada com a gestão de carbon.

 

  •  Produzimos energia de baixa intensidade carbónica e diversificámos o nosso portefólio: Exploração & Produção (E&P) em Moçambique – produção de gás natural; cogerações a gás natural; Ventinveste (parques eólicos); produção de matérias-primas para biocombustíveis (Brasil); produção de biocombustíveis de 2.ª geração (fábrica da Enerfuel); nova gama de combustíveis gasóleo e gasolina Evologic.

 

  •  O nosso aparelho refinador (Sines e Matosinhos) é certificado em Energia (ISO 50001).

 

  •  Efetuamos auditorias de eficiência energética nas nossas operações de R&D.

  

  •  Somos certificados segundo o International Sustainability Carbon Certification (ISCC) nos parques de armazenagem em Gijón e Valência e na unidade de produção de biocombustíveis (Enerfuel).

 

  •  Participamos em organismos nacionais e internacionais sobre temas de energia e clima (e.g. BCSD, FuelsEurope, IOGP).


  •  Produzir biodiesel de 2.ª geração através da tecnologia de co-processamento HVO na refinaria de Sines.

 

  •  Reforçar a comunicação dos serviços Galp de eficiência energética para PME e clients.

 

  •  Ser líder na rede de gás natural veicular (GNV) em Portugal.

 

  •  Estabelecer um programa de eficiência energética no segmento de Refinação & Distribuição.

 

  •  Participar no projeto “MEET 2030 - Energia, Clima e Crescimento Económico - oportunidades de negócio em Portugal”, em parceria com o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável em Portugal (BCSD Portugal).

 

  •  Revisão do guia para o desenvolvimento de Planos de Adaptação às Alterações Climáticas – Riscos para infraestruturas críticas.

 

 

3. Inovação, investigação e desenvolvimento e promoção de tecnologias eficientes

Objetivos Estratégicos > Linhas de Orientação

  • Assegurar que a estratégia de inovação e investigação inclui áreas de atuação relacionadas com as alterações climáticas.
  • A companhar as tecnologias emergentes e compreender o impacto no negócio e nos diferentes mercados.
  • Promover a investigação e maximizar a produção de biocombustíveis.
  • Promover a investigação, desenvolvimento e implementação de serviços e soluções inovadoras, visando a melhoria da eficiência energética nas operações, nos clientes e parceiros.

Medidas

  • Alocar ao plano estratégico de I&D para as atividades de E&P no Brasil um budget específico para o desenvolvimento de projetos relacionados com a eficiência energética e com a mitigação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE).
  • Acréscimo anual de 5% de clientes com acesso a ofertas de eficiência energética (green customers) face ao ano anterior.
  • Estabelecer parcerias com a comunidade científica e tecnológica nacional e internacional para a realização de projetos específicos de eficiência energética e mitigação das emissões de GEE, nomeadamente:
    – programa Galp 20-20-20;
    – formação avançada (doutoramentos) aos colaboradores da Galp Energia;
    – em áreas específicas relacionadas com a eficiência energética e mitigação de emissões.
  • Através da implementação do programa Galp 20-20-20, atingir uma redução de 10% a 15% do consumo de energia (relativamente ao baseline antes do projeto).
  • Produzir matérias-primas para biocombustíveis, nomeadamente óleo de palma (Brasil – projeto Belém).
  • Produzir biodiesel:
    – a partir de matérias-primas residuais não-alimentares (Portugal – projeto Enerfuel);
    – de segunda geração através da tecnologia de coprocessamento de óleo vegetal hidrotratado (HVO) (Portugal – Refinaria de Sines).
  • Atingir, em 2020, os 10% de substituição por fontes de energia renovável (FER) nos combustíveis para os transportes rodoviários, garantindo um mínimo de 60% de redução das emissões de GEE no ciclo de vida.
4. Antecipação de tendências e expectativas de stakeholders no âmbito da energia e clima

Objetivos Estratégicos > Linhas de Orientação

  • Assegurar a inclusão do tema “alterações climáticas” no processo de envolvimento e acompanhamento das expectativas dos stakeholders relevantes.
  • Antecipar o impacto das tendências do sector e criar uma participação ativa em processos de decisão política, no âmbito das alterações climáticas.
  • Monitorizar e comunicar a pegada de carbono da Galp Energia e promover a adoção de práticas que minimizem as respetivas emissões.

Medidas

  • Participar em grupos de trabalho e discussão de novas normas/regulamentos/leis para antecipar tendências e assegurar o cumprimento de todas as novas exigências legais [por exemplo, CONCAWE (ADH – Marine Fuels; ADH – Aviation Fuels), Europia, APETRO, Comissão Sectorial de Normalização para GN no sector dos transportes, etc.].
  • Realizar análise de materialidade das categorias a incluir na pegada de carbono (incluindo âmbito 3 – upstream e downstream).


Atualizado em: 20 Fev 2017

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