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Alterações Climáticas 
 

Temos como objetivo manter um portefólio de negócios equilibrado e integrado, investindo em projetos de gás natural e na utilização de novas energias, focados na integração de tecnologias de baixo carbono.

Acreditamos que a indústria de O&G continuará a fazer parte do mix energético e terá um papel importante na transformação do sistema energético. Uma estratégia sustentável, refletindo os riscos e oportunidades relacionados com as alterações climáticas, garantirá a criação de valor a longo prazo.

 

O nosso comprometimento com os desafios da energia e do clima

 

Consideramos que o foco principal das políticas climáticas deverá ser a redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), em oposição à definição de metas específicas para a produção de energia e para o seu consumo.

 

Neste sentido, defendemos o Comércio Europeu de Licenças de Emissão como um instrumento de referência da União Europeia (UE), dentro do seu quadro para a energia e clima, reconhecendo-o como um mecanismo de mercado eficaz em termos de custo para a redução de emissões no sector elétrico e na indústria. Além do mais, contempla mecanismos apropriados para proteção contra a fuga de carbono, com o objetivo de proteger a indústria da UE após 2020.

 

Apoiamos ainda o desenvolvimento de políticas que sejam tecnologicamente neutras e conducentes à mudança de comportamentos nos consumidores a longo prazo, com vista a alcançar um consumo mais eficiente dos recursos energéticos disponíveis e no sentido da utilização responsável de todas as fontes energéticas.

 

A integração dos desafios na nossa estratégia

A Galp assume a importância de uma liderança responsável, integrando os desafios da mudança climática na sua estratégia.
Procuramos um portefólio que corresponda aos desafios de uma economia de baixo carbono. Neste portefólio, a eficiência energética, a minimização da intensidade de emissões de GEE, assim como a capacidade de adaptação aos efeitos das alterações climáticas, são condições imperativas para a concretização de operações, produtos e serviços. Estas são também áreas prioritárias de atuação junto dos nossos clientes e parceiros.

 

A estratégia assenta em quatro eixos de atuação e respetivos objetivos:
 

  • Eixo I - Exploração e produção responsável
  • Eixo II - Refinação e distribuição eficiente
  • Eixo III - Inovação, investigação e desenvolvimento e promoção de tecnologias eficientes
  • Eixo IV - Antecipação de tendências e expectativas de stakeholders no âmbito da energia e clima
 

Os riscos e oportunidades associadas às alterações climáticas integram os processos de formulação estratégica da Empresa e são supervisionados pelo Conselho de Administração (CA) e pela Comissão Executiva (CE) através do Comité de Sustentabilidade e Comité de Risco. 

 

 

As nossas iniciativas como agente ativo

 

A Galp estabelece o preço de carbono (carbon pricing) como critério de avaliação nos seus projetos de médio e longo prazo. Visamos promover e desenvolver a cultura de baixo carbono, com reflexo no portefólio e modelos de negócio, ao longo da cadeia de valor.

 

 

 "A  Galp está comprometida em estabelecer o preço de carbono, de forma a mitigar investimentos de risco e maximizar oportunidades e simultaneamente contribuir construtivamente para superar os desafios climáticos e energéticos."

                                                                                                                                  CEO da Galp, Carlos Gomes da Silva

 

O carbon pricing constitui um instrumento primordial para a adoção de soluções tecnológicas mais eficientes, reduzindo a intensidade carbónica das atividades.

 

CDP - Driving Sustainable Economies

 

                                       

Respondemos, desde 2011, ao Climate Change Information Request do CDP, no sentido de satisfazer as expectativas dos investidores institucionais, assim como de outros stakeholders, divulgando informações da Empresa relacionada com as alterações climáticas (e.g. pegada de carbono, objetivos de redução, gestão de riscos e oportunidades, entre outros).

 

A Galp foi reconhecida em 2016, pelo segundo ano consecutivo, como líder a nível global pelas suas ações e estratégias em resposta às alterações climáticas, tendo sido incluída na “Climate A List” do CDP.

 

A nossa Empresa encontra-se entre as cinco empresas do sector da energia, a nível global, que foram incluídas na “Climate A List”, que integra apenas 9% do total de empresas que participam no CDP a nível mundial, isto é, 193 empresas que são selecionadas de entre as milhares que submetem anualmente ao CDP o seu reporte público sobre Energia e Clima .

 

Este prestigioso reconhecimento é reflexo da estratégia, compromissos e ações da Galp em relação à Energia e Clima, pois reconhece as suas ações para a redução das emissões e mitigação das alterações climáticas.

 

A “Climate A List”, juntamente com os outros resultados deste ano, de todas as empresas que fazem parte do programa CDP 2016 Climate Change, estão disponíveis no sítio de Internet do CDP.

 

O CDP é uma organização internacional, sem fins lucrativos, que constitui o maior e mais completo sistema global de divulgação de informação ambiental. Serve atualmente 827 investidores institucionais que movimentam $100 biliões.

 

 

Aderimos à iniciativa Zero Flaring by 2030 do World Bank Group

 

Assumimos o compromisso de dimensionar para zero flaring os novos projetos de E&P, em condições de operação normal, através da adesão, como operador de exploração e produção, à iniciativa de Zero Routine Flaring by 2030.

 

 

 

 

MEET 2030

 

Dando continuidade ao diálogo aberto com os stakeholders e à sua participação ativa nos processos de desenvolvimento legislativo e regulatório, em conjunto com o BCSD Portugal, o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, promovemos e lideramos o projeto Meet 2030.

 

Este projeto tem como objetivo global envolver o tecido empresarial de forma colaborativa, num âmbito comum para a identificação de soluções corporativas e de contributos para as políticas públicas, no âmbito da estratégia nacional para alcançar a neutralidade carbónica.

 

 

O projeto pretende alcançar as seguintes metas:

 

  • criar cenários para Portugal para alcançar a neutralidade carbónica em 2030;
  • identificar potenciais novos setores de atividade económica, inovação em produtos e processos e as vantagens competitivas necessárias para manter um crescimento sustentável a longo prazo;
  • identificar soluções com maior valor acrescentado e contribuir para uma policy action, permitindo definir prioridades estratégicas a nível nacional e internacional.

 

O projeto, onde diversas empresas participam de forma colaborativa, apresenta-se como uma oportunidade para projetar o crescimento económico do país, assumindo a eficiência energética como driver de crescimento e desenvolvimento económico e como catalisador de mudança nos modelos de negócio, de acordo com o Acordo do Clima de Paris (COP 21).

 

O desenvolvimento do projeto permite-nos fortalecer o relacionamento com stakeholders políticos, capacitar a nossa Empresa com know-how técnico para adaptar os modelos de negócio para um cenário futuro de descarbonização da economia e alavancar um posicionamento de destaque através da interação com o WBCSD e outros parceiros internacionais.

 

 

WE MEAN BUSINESS

 

 

Aderimos à coligação We Mean Business, integrada na iniciativa da NAZCA Tracking Climate Action da United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC).

 

Esta plataforma, formada por um conjunto de organizações que trabalham com o sector empresarial e investidores à escala mundial, promove a transição para uma economia de baixo carbono, de modo a assegurar o crescimento económico sustentável. A plataforma promove ainda uma ação climática proactiva, incentivando a criação de novos marcos políticos no âmbito das alterações climáticas. 

 

 

Na Galp, comprometemo-nos com os seguintes objetivos:


• atribuir um preço ao carbono: reconhecendo esta prática como uma ferramenta essencial e estratégica para a minimização da intensidade carbónica da atividade;


• adotar práticas corporativas de envolvimento responsável em matéria de política climática: admitindo o envolvimento corporativo como um fator crucial na ratificação e cumprimento do Acordo do Clima de Paris;


• divulgar informação sobre as alterações climáticas no relatório anual da Empresa como um “dever fiduciário”: assumindo a crescente importância da informação climática nas práticas e processos de investimento.

 

 

 

Participação em grupos de trabalho e fóruns de discussão

 

 

Marcamos presença habitual em grupos de trabalho e fóruns de discussão de modo a antecipar o impacto das tendências do sector e a criar uma participação ativa em processos de decisão política no âmbito das alterações climáticas. Esses grupos de trabalho e fóruns de discussão pertencem a entidades credenciadas como a CONCAWE, FuelsEurope, IOGP e APETRO.

 

A participação da Galp nessas atividades permite-nos recolher e partilhar conhecimento privilegiado sobre as melhores práticas e diretrizes do sector, minimizando o risco associado aos processos de decisão política.

 

Ainda neste âmbito, participamos no desenvolvimento de quadros legislativos europeus considerados estratégicos, nomeadamente no Pacote-Energia Clima, na Fuels Quality Directive, no Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia (EU ETS), entre outras.



Atualizado em: 08 Mar 2017

Ação Galp Energia

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BCSD - Caso de estudo

 

Indicadores de Sustentabilidade

 
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