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Envolver as partes interessadas  
Envolvendo a comunidade e demais partes interessadas 

Envolver as partes interessadas

Na Galp, procuramos envolver a comunidade e demais partes interessadas, promovendo a criação de valor partilhado

Este compromisso é assumido de forma a orientar o nosso caminho e a enfrentar os assuntos de sustentabilidade identificados como materiais.

 

Os nossos compromissos são aprovados pela gestão e compreendidos em toda a Empresa, refletindo a nossa responsabilidade e convicção no tratamento destes temas.

A criação de valor partilhado é uma condição para a manutenção de relações das quais dependemos para assegurar a nossa longevidade. Os nossos esforços de envolvimento devem focar-se, portanto, na criação de valor partilhado. O envolvimento com a comunidade é crescentemente importante no contexto da nossa Organização.

  • Desenvolvemos políticas e estratégias corporativas: política de investimento na comunidade; estratégia corporativa de responsabilidade social, política de compras, política de qualidade.

 

  • Revimos a política de compras, reforçando as preocupações ambientais e sociais.

 

  • Reforçámos o processo de auditoria a fornecedores críticos, garantindo a conformidade com os nossos requisitos de sustentabilidade (por exemplo, SSA, ética e direitos humanos).

 

  • Utilizamos ferramentas sólidas de gestão para medir o impacto da nossa Empresa na sociedade: metodologia London Benchmarking Group (LBG).

 

  • Dispomos de um programa de voluntariado empresarial: Galp Voluntária.

 

  • Desenvolvemos processos formais e regulares de auscultação às nossas partes interessadas.

 

  • Utilizamos canais e ferramentas específicas de interação para diferentes stakeholders: clientes (programa Estrela, ECSI, Índice de Notoriedade da Marca); fornecedores (Auditorias, Supply4Galp); investidores (Capital
    Markets Day
    ).

 

  • Implementamos  programas de envolvimento de stakeholders  e apoio à comunidade: Missão UP; Galp Energia Solidária; Aliança para a Prevenção Rodoviária.

 

  • Desenvolvemos um plano de envolvimento com  stakeholders em Moçambique.

 

  • Estabelecemos um programa de investimento em Moçambique, no qual avaliámos mais de 100 projetos envolvendo 25 entidades deste país, tendo em conta um conjunto de critérios, entre os quais: as prioridades das Nações Unidas, a nossa estratégia, os riscos e as oportunidades relativas à geração de negócios sociais inclusivos.

 

  • Contamos, desde 2009, com a Fundação Galp.

 

  • Desenvolvemos ofertas com condições vantajosas, nomeadamente o serviço GalpOn e o Energia3.

 

  • Implementámos o sistema Q2C, que visa a garantia da qualidade dos nossos produtos.

 

    • Desenvolvemos iniciativas de formação destinadas a técnicos moçambicanos da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) e a quadros de instituições oficiais com que a Empresa se relaciona naquele país.

 

    • Desenvolvemos o Saber +: Curso de Gestão Avançada para Revendedores.

 

  • Desenvolvemos um Sistema de Gestão da Galp E&P, para a gestão de projetos de E&P não operados por nós e em conformidade com os processos funcionais e regras de aprovação nas JV do E&P e com os JOA e outras disposições contratuais das JV.

 

  • Realizámos ações de sensibilização e prestámos informação relativa a condução eficiente / ecológica, a transportadores.
  • Concretizaremos o projeto de reposicionamento da Marca Galp reforçando o tema da sustentabilidade, implicando a auscultação de investidores (em curso).

  

  • Iremos avaliar o impacto gerado na comunidade por via dos investimentos efetuados, com definição de key performance indicators (KPI) (em curso).

 

  • Daremos continuidade aos projetos de voluntariado promovidos pela Galp Voluntária. Para 2016, assumimos o compromisso de contar com 870 voluntários e realizar um total de 7.700 horas de voluntariado.

 

  • Na Missão UP, iremos manter o nível de envolvimento da comunidade escolar.

  

  • Desenvolveremos um programa de responsabilidade social no âmbito dos Objetivos do Milénio.

 

  • Daremos continuidade à implementação dos requisitos da norma NP 4469, no âmbito da implementação do sistema de gestão da Responsabilidade Social, por via do projeto Driver.

 

  • Reestruturaremos os planos corporativos de envolvimento com stakeholders (em curso).

 

  • Estruturaremos e implementaremos, no âmbito do programa de investimento em Moçambique, uma iniciativa de investimento na Comunidade neste país.

 

  • Desenvolveremos uma campanha de comunicação dos nossos compromissos de sustentabilidade (2016), em linha com o novo posicionamento da marca.

  

  • Daremos resposta às necessidades de informação de grupos de stakeholders específicos, criando kits com informação de contexto e de desempenho, para suporte à tomada de decisão dos mesmos (ex: media kit e investor kit de Sustentabilidade).

 

  • Implementaremos o portal online / balcão digital para o mercado livre de gás natural e executaremos o programa de automatização de processos e sistemas no Gás Natural, melhorando a qualidade do serviço aos clientes (2016).
3. Inovação, investigação e desenvolvimento e promoção de tecnologias eficientes

Objetivos Estratégicos > Linhas de Orientação

  • Assegurar que a estratégia de inovação e investigação inclui áreas de atuação relacionadas com as alterações climáticas.
  • A companhar as tecnologias emergentes e compreender o impacto no negócio e nos diferentes mercados.
  • Promover a investigação e maximizar a produção de biocombustíveis.
  • Promover a investigação, desenvolvimento e implementação de serviços e soluções inovadoras, visando a melhoria da eficiência energética nas operações, nos clientes e parceiros.

Medidas

  • Alocar ao plano estratégico de I&D para as atividades de E&P no Brasil um budget específico para o desenvolvimento de projetos relacionados com a eficiência energética e com a mitigação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE).
  • Acréscimo anual de 5% de clientes com acesso a ofertas de eficiência energética (green customers) face ao ano anterior.
  • Estabelecer parcerias com a comunidade científica e tecnológica nacional e internacional para a realização de projetos específicos de eficiência energética e mitigação das emissões de GEE, nomeadamente:
    – programa Galp 20-20-20;
    – formação avançada (doutoramentos) aos colaboradores da Galp Energia;
    – em áreas específicas relacionadas com a eficiência energética e mitigação de emissões.
  • Através da implementação do programa Galp 20-20-20, atingir uma redução de 10% a 15% do consumo de energia (relativamente ao baseline antes do projeto).
  • Produzir matérias-primas para biocombustíveis, nomeadamente óleo de palma (Brasil – projeto Belém).
  • Produzir biodiesel:
    – a partir de matérias-primas residuais não-alimentares (Portugal – projeto Enerfuel);
    – de segunda geração através da tecnologia de coprocessamento de óleo vegetal hidrotratado (HVO) (Portugal – Refinaria de Sines).
  • Atingir, em 2020, os 10% de substituição por fontes de energia renovável (FER) nos combustíveis para os transportes rodoviários, garantindo um mínimo de 60% de redução das emissões de GEE no ciclo de vida.
4. Antecipação de tendências e expectativas de stakeholders no âmbito da energia e clima

Objetivos Estratégicos > Linhas de Orientação

  • Assegurar a inclusão do tema “alterações climáticas” no processo de envolvimento e acompanhamento das expectativas dos stakeholders relevantes.
  • Antecipar o impacto das tendências do sector e criar uma participação ativa em processos de decisão política, no âmbito das alterações climáticas.
  • Monitorizar e comunicar a pegada de carbono da Galp Energia e promover a adoção de práticas que minimizem as respetivas emissões.

Medidas

  • Participar em grupos de trabalho e discussão de novas normas/regulamentos/leis para antecipar tendências e assegurar o cumprimento de todas as novas exigências legais [por exemplo, CONCAWE (ADH – Marine Fuels; ADH – Aviation Fuels), Europia, APETRO, Comissão Sectorial de Normalização para GN no sector dos transportes, etc.].
  • Realizar análise de materialidade das categorias a incluir na pegada de carbono (incluindo âmbito 3 – upstream e downstream).


Atualizado em: 19 Abr 2016

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