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Galp ProEnergy  

Programa de Eficiência Energética para PME
Galp ProEnergy - Programa de Eficiência Energética para PME

A sua empresa é eficiente?

O programa Galp ProEnergy pretende aconselhar as pequenas e médias empresas sobre as melhores práticas na utilização da energia elétrica.

 

Vantagens

  1. Formação gratuita;
  2. Aconselhamento na implementação de ações de eficiência energética;
  3. Redução dos custos da sua empresa.

 

Público Alvo 

Gestores de topo e decisores de pequenas e médias empresas ou outros colaboradores que interajam com usos significativos de energia.

 

Programa de formação 

  • A fatura de energia elétrica
  • Iluminação
  • Climatização e equipamentos de frio
  • Isolamentos e distribuição de calor
  • Gestão de energia
  • Definição do plano de eficiência energética

 

Implementação de medidas de eficiência energética 

Antes da formação as empresas preenchem um questionário de diagnóstico para avaliar as atuais práticas de utilização de energia.

Após a formação as PME deverão iniciar a implementação de medidas de eficiência energética de acordo com o plano e prioridades previamente definidas.

As PME poderão ainda contactar as Agências de Energia e Ambiente locais para receber aconselhamento sobre as melhores práticas de utilização da energia nos seus setores de atividade e as medidas a adotar para iniciar a implementação do seu plano de eficiência energética.

 

Reconhecimento 

As PME que apresentem melhores resultados na implementação do seu plano de eficiência energética serão distinguidas com o selo Galp ProEnergy.

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Galp ProEnergy - Programa de Eficiência Energética para PME

30 empresas distinguidas com o selo Galp ProEnergy

No âmbito do projeto Galp ProEnergy, que tem como objetivo distinguir e reconhecer as PME que promovam internamente boas práticas de eficiência energética e que contribuam para a redução do consumo de energia elétrica nas suas empresas, foi criado o selo Galp ProEnergy.

 

O programa, de âmbito nacional, oferece formação gratuita a gestores de topo e quadros decisores das PME. Até ao momento participaram no programa cerca de 900 empresas de vários setores de atividade económica, que foram convidadas a realizar um diagnóstico inicial (para avaliar práticas de utilização de energia elétrica nas PME) e a participar numa das 25 sessões de formação que decorreram em vários pontos do país.

 

Após a formação e depois de receberem materiais de sensibilização para os colaboradores, as empresas foram convidadas a elaborar um plano de ação de eficiência energética com o apoio das agências de energia locais.

 

As 30 PME com melhores resultados na implementação dos planos de ação foram distinguidas com o selo Galp ProEnergy.

 

Empresas distinguidas em 2016 

  • APPACDM DE SABROSA – ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PAIS E AMIGOS DO CIDADÃO DE-FICIENTE MENTAL DE SABROSA
  • CAPA – ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS, S.A.
  • CENTRO HOSPITALAR DO PORTO, E.P.E.
  • CHAFARIZ COMERCIAL – COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTARES, LDA.
  • ENGIMOV – CONSTRUÇÕES, S.A. ·
  • GODILAC II, S.A.
  • HUBEL – ENGENHARIA, SERVIÇOS E INFRAESTRUTURAS, LDA.
  • INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DO SORRAIA, LDA.
  • PALMELA DESPORTO – EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE ESPAÇOS E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS MUNICIPAIS, E.M.
  • PAUTA DE FLORES, LDA.
  • REAL ABADIA – HOTEL RURAL, LDA.
  • STAYINBEST – GESTÃO IMOBILIÁRIA, LDA.
  • XARÃO – COMPANHIA PORTUGUESA DE LICORES, LDA.

 

Empresas distinguidas em 2015

  • AZAD, LDA. - NEYA LISBOA HOTEL
  • CERCIOEIRAS – COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DE CIDADÃOS COM INCAPA-CIDADE, CRL
  • CLARCON – INDUSTRIA METALOMECÂNICA LIGEIRA, LDA
  • ENVERGADURA PORTUGAL - HOTELARIA E INVESTIMENTOS, LDA. - HOTEL CAMPANILE LISBON SOUTH – SETÚBAL
  • FABORY PORTUGAL – PARAFUSARIA E MONTAGEM INDUSTRIAL, UNIPESSOAL, LDA.
  • GENERAL CABLE - ENERGIA E TELECOMUNICAÇÕES S.A..
  • HOTEIS DONA INÊS, LDA. 
  • JB COMÉRCIO GLOBAL, LDA. 
  • LIPOR – SERVIÇO INTERMUNICIPALIZADO DE GESTÃO DE RESÍDUOS DO GRANDE PORTO
  • LOPES GARCIA CONSULTORES, LDA.
  • MARTOS & COMPANHIA, LDA.
  • NATUREZA VERDE – GESTÃO DE RESÍDUOS, LDA.
  • NOVARTIS FARMA - PRODUTOS FARMACEUTICOS, S.A.
  • OLIVEIRAS EM XISTO, LDA. – ALDEIA OLIVEIRAS
  • POLIVALOR - ENGENHARIA, GESTÃO E INFORMÁTICA, LDA.
  • TECNISIGN, UNIPESSOAL, LDA.
  • TRATERME - TRATAMENTOS TÉRMICOS, LDA.

 

O júri foi composto pela Galp e pelos seus parceiros no projeto: RNAE – Associação das Agências de Energia e Ambiente (Rede Nacional), ISQ - Instituto de Soldadura e Qualidade e Sair da Casca.

 

A atribuição do selo teve em conta critérios como o âmbito das medidas de eficiência energética implementadas, o número relativo de colaboradores abrangidos, os resultados obtidos ou esperados, a inovação e a replicabilidade das medidas implementadas (que foram desde a sensibilização dos colaboradores à substituição de equipamentos por outros mais eficientes).

 

Boas Práticas de Eficiência Energética

Foram várias as boas práticas partilhadas, desde a formação de uma equipa de gestão de energia, a ações concretas de sensibilização junto dos colaboradores das empresas, substituição de equipamentos, entre outras.

 

De seguida apresentamos alguns exemplos de medidas adotadas pelas PME participantes, organizadas por setor, com o objetivo de partilhar para incentivar todas as PME a implementarem medidas nas suas empresas, que permitam no futuro uma melhoria significativa em termos de eficiência energética e respetivos custos:

 

GESTÃO DE ENERGIA:

  • Formação de uma Equipa de Gestão de Energia;
  • Reports Mensais e Anuais com análise comparativa da evolução do desempenho energético;
  • Definição de Indicadores de Desempenho Energético;
  • Definição de Metas & Objetivos a atingir;
  • Análise Contínua da Evolução dos Indicadores de Desempenho Energético;
  • Análise de faturas e monitorização de consumos de energia elétrica;
  • Análise da viabilidade de fontes de energia renováveis e fontes alternativas;
  • Sensibilização e formação dos Colaboradores.

 

INDÚSTRIAS TRANSFORMADORAS:

  • Energia Reativa: análise do peso da mesma no custo global da fatura de energia elétrica; instalação de bateria de condensadores; instalação de bateria no ar comprimido através da substituição do compressor existente por um com variação de velocidade;
  • Iluminação: substituição de lâmpadas fluorescentes tubulares por lâmpadas LED; substituição de lâmpadas de descarga/incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas; instalação de sensores de presença/movimento;
  • Climatização: evitar climatizar espaços não utilizados ou vazios; regulação dos termóstatos para temperaturas consideradas de conforto; manter as portas e janelas fechadas sempre que os sistemas de climatização se encontrem em funcionamento; gestão dos equipamentos de climatização através de aplicação móvel;
  • Equipamentos de frio: isolar as áreas quentes das áreas frias; ajustar as temperaturas às necessidades mínimas do processo de fabrico; instalar sistemas de recuperação de calor para aquecimento de água de processo, água quente sanitária e outros fluxos;
  • Isolamentos e distribuição de calor: aplicar isolamentos térmicos na rede de distribuição dos fluidos térmicos (vapor, água quente ou fria, outros fluxos); inspeção periódica do isolamento térmico; isolamento térmico de válvulas de distribuição de vapor; instalação de painéis solares térmicos para aquecimento de águas;
  • Outras áreas de intervenção: aquisição de motores de rendimento>=IE3 sempre que são necessários novos motores; colocação de variação de velocidade na aspiração; eliminação de fugas de ar comprimido; instalação de um sistema fotovoltaico; instalação de uma central fotovoltaica de autoconsumo (UPAC) com 175W.

 

SANEAMENTO, GESTÃO DE RESÍDUOS E DESPOLUIÇÃO:

  • Iluminação: desligar a iluminação nos períodos de paragem da produção; maximizar o aproveitamento da iluminação natural; utilizar cores claras nas paredes e teto (aumenta a reflexão da luz);
  • Climatização: maximizar a entrada da luz solar (abrindo estores e cortinados); implementar um plano de manutenção adequado às componentes do sistema AVAC; renovar o sistema de Climatização;
  • Outras áreas de intervenção: alteração do funcionamento de um equipamento de contínuo para alternado; substituição gradual dos motoredutores com mais de 10 anos.

 

COMÉRCIO POR GROSSO E A RETALHO:

  • Equipamentos de frio: utilizar chillers com condensadores a água em vez de chillers com condensadores a ar; utilizar chillers com compressores de velocidade variável em vez de compressores carga-vazio; usar a temperatura mínima possível na água do condensador e a máxima possível no evaporador;
  • Isolamentos e distribuição de calor: aplicar isolamentos térmicos na rede de distribuição dos fluidos térmicos (vapor, água quente ou fria, outros fluxos); inspeção periódica do isolamento térmico; isolamento térmico de flanges de distribuição de vapor;
  • Outras áreas de intervenção: instalação de sistema fotovoltaico para autoconsumo de 15kVa.

 

ALOJAMENTO, RESTAURAÇÃO E SIMILARES

  • Iluminação: introdução de lâmpadas e campânulas LED e sensores de presen-ça/movimento e relógio/sistema de regulação de fluxo; não existindo sensores de presença criar uma orientação interna consoante as estações do ano, para desligamento total ou parcial das lâmpadas;
  • Climatização: maximizar a entrada da luz solar (abrindo estores e cortinados); implementar um plano de manutenção adequado às componentes do sistema AVAC; parametrizar o regime de funcionamento dos sistemas de climatização em função do horário de abertura; utilizar energias renováveis (caldeiras a biomassa ou os coletores solares térmicos);
  • Equipamentos de frio: utilizar chillers com condensadores a água em vez de chillers com condensadores a ar; utilizar chillers com compressores de velocidade variável em vez de compressores carga-vazio; controlar a velocidade de rotação dos motores dos ventiladores através de Variadores de Velocidade Variável; otimizar o funcionamento de alguns equipamentos regulando a temperatura adequadamente e constante monitorização por via do HACCP;
  • Isolamentos e distribuição de calor: aplicar isolamentos térmicos na rede de distribuição dos fluidos térmicos (vapor, água quente ou fria, outros fluxos); inspeção periódica do isolamento térmico;
  • Outras áreas de intervenção: instalação de um sistema de gestão de energia; utilização de equipamentos de limpeza e secagem no período noturno, onde os tarifários são economicamente mais vantajosos.

 

ATIVIDADES DE CONSULTORIA, CIENTÍFICAS, TÉCNICAS E SIMILARES:

  • Iluminação: maximização da iluminação localizada (postos de trabalho) em detri-mento da iluminação generalizada (teto); maximização do aproveitamento da iluminação natural; ajustamento dos níveis de iluminação às necessidades/requisitos de cada espaço ou atividade;
  • Climatização: evitar climatizar espaços não utilizados ou vazios; regular os termóstatos para temperaturas consideradas de conforto; desligar os equipamentos de climatização antes da desocupação dos espaços, aproveitando a inércia térmica; desenvolvimento de automatismo que desliga os sistemas de climatização após armar o alarme;
  • Isolamentos e distribuição de calor: instalação de sistema solar térmico para produção de AQS e na instalação de baterias de condensadores;
  • Outras áreas de intervenção: instalação de placas e autómatos de controlo interligados com alarmes de intrusão; colocação de temporizadores em equipamentos.

 

EDUCAÇÃO:

  • Iluminação: ajustamento dos níveis de iluminação às necessidades/requisitos de cada espaço ou atividade; seccionamento dos circuitos de iluminação corretamente de forma a otimizar a utilização da mesma; maximização do aproveitamento da iluminação natural nos diferentes espaços; substituição de luminárias convencionais por lâmpadas LED; colocação de programadores horários nas salas para que no período pós-laboral não existam equipamentos a consumir energia;
  • Climatização: utilizar sistemas de free cooling, minimizando o consumo de energia através do aproveitamento da temperatura do ar exterior; pré-aquecer os espaços no Inverno e pré-arrefecer no Verão antes do período de utilização, evitando os períodos tarifários mais dispendiosos.

 

ATIVIDADES DE SAÚDE HUMANA E APOIO SOCIAL:

  • Iluminação: maximização do aproveitamento da iluminação natural; ajustamento dos níveis de iluminação às necessidades/requisitos de cada espaço ou atividade; introdução de lâmpadas e campânulas LED e sensores de presença/movimento;
  • Climatização: evitar climatizar espaços não utilizados ou vazios; regulação dos termóstatos para temperaturas consideradas de conforto; manter as portas e janelas fechadas sempre que os sistemas de climatização se encontrem em funcionamento; implementação de um plano de manutenção do sistema AVAC em todos os edifícios;
  • Isolamentos e distribuição de calor: aplicar isolamentos térmicos na rede de distribuição dos fluidos térmicos (vapor, água quente ou fria, outros fluxos); inspeção periódica do isolamento térmico;
  • Energia Reativa: instalação de baterias de condensadores.

Galp ProEnergy - Programa de Eficiência Energética para PME

Medida financiada no âmbito do Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de energia elétrica, aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

 

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>> Metodologia do Programa

 

>> Ações de formação Galp ProEnergy já realizadas:

 

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Parceiros

 

RNAE - Associação das Agências de Energia e Ambiente (Rede Nacional)

Tem como objetivo principal promover a participação das Agências de Energia e Ambiente, municipais e regionais, em ações de âmbito que objetivam a utilização racional de energia e a promoção de energias renováveis, assegurando a sua credibilidade no que se refere à gestão da energia e do ambiente e à garantia de políticas enquadradas numa cada vez maior prioridade do País de procurar e definir soluções que reduzam a dependência energética do exterior.
Ao nível do setor empresarial a RNAE tende a promover iniciativas que visam a promoção da gestão de energia, através do aconselhamento sobre tecnologias eficientes e da disseminação de boas práticas com vista à redução da fatura energética.

 

ISQ - Instituto da Soldadura e Qualidade

Tem por objetivo a realização de trabalhos de índole tecnológica, ligada à atividade industrial, serviços e habitação em Portugal e no Estrangeiro, atuando transversalmente a toda a sociedade portuguesa. Além das atividades de inspeção, investigação e desenvolvimento, possui uma larga experiência em diferentes áreas de formação.

 

Sair da Casca - Consultora em Desenvolvimento Sustentável

Criada em 1994, a Sair da Casca foi a primeira empresa em Portugal de consultoria em desenvolvimento sustentável e responsabilidade social e uma das primeiras na Europa. Nasceu da convicção de que as empresas são uma das maiores forças de mudança da Sociedade e podem dar um contributo único para o desenvolvimento sustentável. A experiência da Sair da Casca está também centrada na implementação de projetos de envolvimento de partes interessadas no âmbito da disseminação da sustentabilidade, atuando como ligação entre o meio empresarial e outros atores da sociedade.

 

 Associações Empresariais e outras entidades Parceiras

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Boas práticas na Utilização de Energia em PME

Saiba como contribuir para melhorar a eficiência energética na sua empresa. Através de medidas simples é possível reduzir os consumos e a fatura energética. Consulte aqui os conteúdos programáticos da ação de formação e o material de apoio disponibilizado.
 

Conteúdos da Ação de Formação

Fatura de energia elétrica

  • Mercado de energia
  • Parcelas da fatura de energia elétrica
  • Energia reativa
  • Análise dos custos energéticos


Iluminação

  • Conceitos luminotécnicos
  • Principais tecnologia
  • Medidas de melhoria


Climatização e equipamentos de frio

  • Sistemas de Climatização
  • Sistemas de Refrigeração
  • Variadores Eletrónicos de Velocidade

Isolamentos e distribuição de calor

  • Análise da rede de energia térmica
  • Isolamentos


Gestão de energia

  • Introdução à Gestão de Energia
  • Diagnóstico Energético
  • Legislação
  • Introdução à ISO 50 001
  • Assessoria em Gestão de Energia
  • Projetos de Eficiência Energética


Definição do plano de eficiência energética

  • Metodologia
  • Exemplos práticos

 

 

Material de Apoio

 

Apresentação da ação de formação Galp ProEnergy

 

Plano de ação - Check List com medidas de eficiência energética

 

Recomendações de utilização eficiente da energia nas PMEs

 

Galp ProEnergy - Programa de Eficiência Energética para PME

Para mais informações contacte-nos:

Programa Galp ProEnergy:

Email: galp-proenergy@galpenergia.com
Telefone: 808 500 520

 

Agências de Energia e Ambiente Aderentes

Contacte a Agência de Energia e Ambiente da sua região para receber informação sobre as melhores práticas de utilização da energia no seu setor de atividade e para esclarecer eventuais dúvidas durante a implementação do seu plano de eficiência energética.

 

Lista de contactos das Agências de Energia e Ambiente aderentes

 

Redução da fatura energética

Num mercado cada vez mais exigente e competitivo, a redução dos custos tem de ser uma prioridade. Com a mudança de comportamentos e a implementação de medidas de eficiência energética, é possível reduzir os consumos de energia e a fatura de eletricidade, sem afetar o normal funcionamento da empresa.

Formação sem custos

Ao participar no programa, as empresas beneficiarão de uma formação de 5 horas, em eficiência energética, que dotará as empresas de conhecimentos que poderão servir de base à implementação de ações de eficiência energética que promovam as redução dos consumos de energia nas suas instalações.

Implementação com apoio local

Após a participação nas ações de formação, as empresas poderão contactar as Agências de Energia e Ambiente de cada região para receber aconselhamento sobre as melhores práticas de eficiência energética para o seu setor de atividade e sobre as medidas a adotar para iniciar a implementação de um plano de eficiência energética.

Reconhecimento

Todas as empresas aderentes recebem um certificado de participação no programa de eficiência energética “Galp ProEnergy”. As PME que obtiverem melhores resultados na implementação do seu plano de eficiência energética serão ainda distinguidas com o selo “Galp ProEnergy” que reconhece o seu empenho na promoção da eficiência energética na empresa.

Ação Galp Energia

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