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Exploração & Produção  
 

Os trabalhos de exploração em Angola resultaram já em mais de 25 descobertas

A Galp Energia está presente em cinco projetos em Angola com as mais prestigiosas empresas do setor petrolífero a nível mundial. Destes cinco projetos offshore, destaca-se o bloco 14, atualmente em fase de produção e com perspetivas de crescimento, e os projetos ainda em fase de exploração/desenvolvimento no bloco 14K–A–IMI e bloco 32. Em 2008 a Galp Energia iniciou os trabalhos de exploração do primeiro projeto integrado de gás em Angola, o Angola LNG II, no qual detém uma participação de 10%. Angola assume particular importância para a Galp Energia, dado o seu historial e as perspetivas de médio e de longo prazo.

Principais acontecimentos

  • Concessões de petróleo em AngolaPresença desde 1982 com a entrada no consórcio do bloco 1/82, onde foi feita a descoberta Safueiro que esteve em produção até 2002;
  • Participação em parceria com a Chevron, a Eni, a Sonangol, a Total, entre outras, em 5 projetos, incluindo 4 blocos offshore e um projeto de exploração de gás, o Angola LNG II;
  • Área total dos blocos: 14.806 km2;
  • Mais de 25 descobertas efetuadas em Angola, das quais 12 no bloco 14 e 14 no bloco 32;
  • Participação no consórcio que descobriu o primeiro poço produtor em águas profundas em Angola, no campo Kuito, em 1997;
  • Produção working interest acumulada, desde 1991 até 2010, de cerca de 40 milhões de barris;
  • Investimento acumulado: €868 milhões (até ao final de 2010);
  • Regime de produção: PSA.

Consórcio: Galp Energia (9,0%), Chevron (Operador, 31,0%), Eni (20,0%), Total (20,0%) e Sonangol (20,0%)

 

Área: 4.091 km2

 

Tipo: Águas profundas

 

Profundidade de água: 200 – 2.000 metros

 

Produção: 17,8 mil barris por dia (produção working interest em 2010)

 

 

O bloco 14 é, atualmente, o único bloco da Galp Energia em produção. Esta produção é proveniente dos campos Kuito, BBLT e Tômbua-Lândana. Desde 1995, quando a licença de produção foi atribuída, que o bloco 14 foi alvo de um intensivo programa de exploração que resultou em 12 descobertas.

 

Este bloco, onde a Galp Energia produz petróleo desde dezembro de 1999, é constituído por oito áreas de desenvolvimento: Kuito, Benguela-Belize-Lobito-Tomboco (BBLT), Tômbua-Lândana, Negage, Gabela, Malange, Lucapa e Menongue. As três primeiras áreas de desenvolvimento correspondem aos campos atualmente em produção.


Um dos principais projetos a decorrer atualmente no bloco 14 é o desenvolvimento do campo Tômbua-Lândana. O início da produção deste campo ocorreu em agosto de 2009.

Consórcio: Galp Energia (5,0%), Total (Operador, 30,0%), Marathon Oil (30,0%), Sonangol (20,0%) e Exxon (15,0%)

 

Área: 5.090 km2

 

Tipo: Águas ultra-profundas

 

Profundidade de água: 1.400 – 2.000 metros

 

 

 

 

No bloco 32 foram já realizadas 14 descobertas. A sua dispersão geográfica obriga à determinação de um conceito técnico de desenvolvimento que permita agregar várias descobertas.


O consórcio continua a realizar progressos significativos na determinação de um conceito técnico de desenvolvimento para o polo denominado Center South East (CSE).  A aprovação do CDP pelo consórcio e pela concessionária irá reduzir o leque de alternativas e possibilitar o avanço do projeto com base num conceito único.

Bloco de exploração em AngolaConsórcio: Galp Energia (4,5%), Chevron (Operador, 15,75%), CABGOC (15,5%), Sonangol (10,0%), SNPC (7,5%), Total (36,75%) e Eni (10,0%)

 

Área: 700 km2

 

Tipo: Águas profundas

 

Profundidade de água: 500 – 1.000 metros

 

 

 

 

O bloco 14K–A–IMI fica situado na fronteira entre Angola e a República do Congo.

 

Em termos de engenharia de desenvolvimento, as soluções tecnológicas propostas colocam este projeto na linha da frente da indústria. A opção técnica adotada para o desenvolvimento do projeto foi a ligação daquela descoberta com a plataforma de BBLT.

O Angola LNG II é o primeiro projeto integrado de gás natural a ser desenvolvido em Angola pelo consórcio formado pela Galp Energia (10,0%), pela Sonagás (Operador, 40,0%), pela Eni (20,0%), pela Gas Natural (20%) e pela  Exem (10,0%). Este projeto prevê, numa primeira fase, a exploração e a pesquisa de reservatórios de gás natural situados no offshore a norte de Angola.

 

Após esta fase e concluídas as avaliações dos resultados obtidos, será considerada a construção de um terminal de liquefação de gás natural, se os volumes encontrados na fase de pesquisa e exploração o justificarem.


 

Consórcio: Galp Energia (5,33%), Total (Operador, 58,67%), Falcon Oil (16,0%), Sonangol (20,0%) 

 

Área: 746 km2

 

Tipo: Águas ultra-profundas

 

Profundidade de água: 1.800 – 2.500 metros

 

 

 

 

O bloco 33 é um bloco de águas ultra-profundas situado no offshore de Angola. Durante o primeiro período de exploração, que terminou em março de 2005, foi realizado o estudo sísmico e foram perfurados dois poços de exploração. Só o poço Calulu – 1 foi declarado comercial. A entidade concessionária aprovou uma prolongamento de 5 anos para a avaliação da área descoberta. A restante área do bloco foi abandonada.



Atualizado em: 31 Dez 2011

Ação Galp Energia

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