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Exploração & Produção  
 

Os trabalhos de exploração em Angola resultaram já em mais de 25 descobertas

 

A Galp tem neste momento cinco projetos sancionados em Angola e seis licenças de exploração com as mais prestigiosas empresas do sector petrolífero a nível mundial. Os cinco projetos offshore já sancionados incluem o bloco 14 e 14K, atualmente em fase de produção com duas plataformas compliant piled tower (CPT), e os projetos ainda em fase de exploração/desenvolvimento no bloco 32.

Principais acontecimentos

  • Concessões de petróleo em AngolaPresença desde 1982 com a entrada no consórcio do bloco 1/82, onde foi feita a descoberta Safueiro que esteve em produção até 2002;
  • Área total dos blocos: 10.624 km²;
  • Participação no consórcio que descobriu o primeiro poço produtor em águas profundas em Angola, no campo Kuito, em 1997;
  • Regime de produção: PSA.

Consórcio: Galp (9,0%), Cabinda Gulf Oil Company  (Operador, 31,0%), Eni (20,0%), Total (20,0%) e Sonangol (20,0%)

 

Área: 4.091 km²

 

Tipo: Águas profundas

 

Profundidade de água: 200 – 2.000 metros

 

 


 

 

 

 

O bloco 14 tem atualmente três campos em produção, Kuito, BBLT e Tômbua-Lândana. A licença de produção foi atribuída em 1995 e o campo está em produção desde dezembro de 1999. 

O bloco 14 é constituído por oito áreas de desenvolvimento: Kuito, Benguela-Belize-Lobito-Tomboco (BBLT), Tômbua-Lândana, Negage, Gabela, Malange, Lucapa e Menongue. As três primeiras áreas de desenvolvimento correspondem aos campos atualmente em produção.

 

Em 2016, por decisão do consórcio e com o objetivo de redução de custos, foram terminadas as atividades de perfuração. Desta forma, as sondas de perfuração acopladas às duas plataformas CPT do bloco foram desmobilizadas. Atualmente os campos em produção no bloco 14 encontram-se já em fase de declínio natural da produção.

 

Consórcio: Galp (5,0%), Total (Operador, 30,0%), Sonangol Sinopec Int. (20,0%), Sonangol (30,0%) e Exxon (15,0%)

 

Área: 5.090 km²

 

Tipo: Águas ultra-profundas

 

Profundidade de água: 1.400 – 2.000 metros

 

 


 

 

 

 

 

 

No bloco 32 foram realizadas 11 descobertas desde o início da concessão. A sua dispersão geográfica obriga à determinação de um conceito técnico de desenvolvimento que permita agregar várias descobertas. O bloco é constituído por dois grandes projetos em diferentes fases, Kaombo e Central North East (CNE).

 

O projeto Kaombo é um projeto de águas ultra profundas com vista ao desenvolvimento de seis campos conectados via 300 km de pipelines, com duas unidades FPSO alocadas, Kaombo Norte e Kaombo Sul. Cada uma destas unidades tem uma capacidade nominal de processamento de 125 kbpd e o início de produção destas está previsto para 2018.

A campanha de perfuração no bloco 32 está neste momento a decorrer, com duas sondas de perfuração a operar em simultâneo. No final de 2016, a área contava já com 13 poços perfurados num total de 33 poços produtores e 26 injetores previstos para o desenvolvimento de Kaombo.

 

O projeto CNE é um projeto em fase de exploração onde já foram confirmadas 4 descobertas. Em 2016, a concessionária aceitou o pedido de extensão do período de exploração e avaliação da área do CNE no bloco 32 até 2017. Estão a ser desenvolvidos estudos com o objetivo de identificar e selecionar prospetos com vista à perfuração.


 

 

Bloco de exploração em AngolaConsórcio: Galp (4,5%), Chevron Overseas Congo LTD (Operador, 15,75%), Cabinda Gulf Oil Company  (15,5%), Sonangol (10,0%), SNPC (7,5%), Total Angola (10,0%), Total Congo (26,75%) e Eni (10,0%)

 

Área: 700 km²

 

Tipo: Águas profundas

 

Profundidade de água: 500 – 1.000 metros

 

 

 

  

O bloco 14K–A–IMI fica situado na fronteira entre Angola e a República do Congo. Neste bloco existe o campo de Lianzi, em produção desde 2015, com uma ligação tie-back aquecida eletricamente de 43 km à plataforma CPT do campo BBLT.

 

O Angola LNG II é o primeiro projeto integrado de gás natural a ser desenvolvido em Angola pelo consórcio formado pela Galp Energia (10,0%), pela Sonagás (Operador, 40,0%), pela Eni (20,0%), pela Gas Natural (20%) e pela  Exem (10,0%). Este projeto prevê, numa primeira fase, a exploração e a pesquisa de reservatórios de gás natural situados no offshore a norte de Angola.

 

Após esta fase e concluídas as avaliações dos resultados obtidos, será considerada a construção de um terminal de liquefação de gás natural, se os volumes encontrados na fase de pesquisa e exploração o justificarem.


 

Consórcio: Galp Energia (5,33%), Total (Operador, 58,67%), Falcon Oil (16,0%), Sonangol (20,0%) 

 

Área: 746 km²

 

Tipo: Águas ultra-profundas

 

Profundidade de água: 1.800 – 2.500 metros

 

 

 

 

O bloco 33 é um bloco de águas ultra-profundas situado no offshore de Angola. Durante o primeiro período de exploração, que terminou em março de 2005, foi realizado o estudo sísmico e foram perfurados dois poços de exploração. Só o poço Calulu – 1 foi declarado comercial. A entidade concessionária aprovou uma prolongamento de cinco anos para a avaliação da área descoberta. A restante área do bloco foi abandonada.



Atualizado em: 21 Mar 2017

Ação Galp Energia

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