Está a utilizar um browser antigo. Para ver este site correctamente, escolha uma das seguintes actualizações:
Usted está utilizando un navegador antiguo. Para ver correctamente este sitio, elija una de las siguientes actualizaciones:
You are using an older browser. To view this site properly, choose one of the following updates:


Não voltar a exibir esta mensagem / No volver a mostrar este mensaje / Do not show this message again
 
Você está aqui: Início > Sobre nós > ... > Brasil > Exploração & Produção
     
fechar
partilhar
 
fechar
 

Exploração & Produção  
 

 

A Galp Energia está presente no Brasil em cerca de 20 projetos, privilegiando a parceria com a empresa petrolífera Petrobras  

Estes projetos dividem-se em projetos offshore, que incluem as participações na bacia de Santos e no famoso Lula, que tornarão o Brasil um dos principais países em reservas a nível mundial, e em projetos onshore, de dimensão mais reduzida, nos quais a Galp Energia dá os primeiros passos como operador.

Principais acontecimentos

  • Presença desde 1999, através da participação na segunda rodada para a atribuição de direitos de exploração;
  • Participação em parceria com a Petrobras, em 21 projetos, 16 offshore e cinco onshore, num total de 33 blocos dispersos por sete bacias;
  • Área total dos blocos: 19.807 km2;
  • Operação de 11 blocos, concentrados no onshore das bacias Potiguar e de Sergipe-Alagoas;
  • Investimento acumulado: €512 milhões (até ao final de 2010).
  • Regime de exploração: royalties e outros impostos..

Bacia Potiguar offshore

Contrato BM-POT-16

Consórcio: Galp Energia (20,0%), Petrobras (Operador, 60,0%) e EnCanBrasil (20,0%)

Área: 1.535 km2

Tipo: Águas ultra-profundas

Profundidade de água: 50 – 2.000 metros

Nº de blocos: 2

 

Contrato BM-POT-17

Consórcio: Galp Energia (20,0%) e Petrobras (Operador, 80,0%)

Área: 2.302 km2

Tipo: Águas ultra-profundas

Profundidade de água: 50 – 2.000 metros

Nº de blocos: 3

 

O contrato BM-POT-16 inclui os blocos POT-M-663 e POT-M-760, tendo sido adquiridos na sétima rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2005.

 

O contrato BM-POT-17 inclui os blocos POT-M-665 e POT-M-853 e POT-M-855, tendo sido adquiridos na sétima rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2005. 

 

 

Bacia Potiguar onshore

Consórcio: Galp Energia (50,0%) e Petrobras (50,0%)

Área: 670 km2

Tipo: Onshore

Nº de blocos: 14

 

Os blocos no onshore da bacia Potiguar foram adquiridos na sexta, sétima e décima rodadas de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil. Esta última rodada decorreu no final de 2008 com a aquisição de cinco blocos.

 

Dos atuais 14 blocos, a Galp Energia é o operador em nove e a Petrobras é o operador dos restantes cinco.

 

Na bacia de Potiguar, quatro poços de avaliação, efetuados em 2010, confirmaram as descobertas de petróleo leve, de gás e condensados. Na sequência dos planos de avaliação, estas descobertas mereceram a Declaração de Comercialidade, passando a designar-se Campo de Andorinha, Campo de Andorinha Sul e Campo Sanhaçu.

 

 

Bacia de Pernambuco

Mapa da bacia de PernambucoConsórcio: Galp Energia (20,0%) e Petrobras (Operador, 80,0%)

Área: 1.713 km2

Tipo: Águas ultra-profundas

Profundidade da água: 1.000 - 2.000 metros

Nº de blocos: 3

 

Os três blocos nas águas ultra-profundas da bacia de Pernambuco/Paraíba foram adquiridos na nona rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2007. O total do prémio pago por estes três blocos ascendeu a 7,6 milhões de reais.

 

Para estes blocos foram assumidos compromissos que incluem a realização de um programa sísmico e a perfuração de um total de quatro poços de exploração até 2012. Se o consórcio entrar no segundo período de exploração, terá de perfurar um poço adicional em cada bloco.

Bacia de Espírito Santo offshore

Bacia de Espírito Santo Offhore

Consórcio: Galp Energia (20,0%) e Petrobras (Operador, 80,0%)

  • Área: 722 km2
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 – 2.200 metros

  

O bloco ES-M-592, ou contrato ES-M-31, foi atribuído ao consórcio na sétima rodada do licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2005.

 

 

 

 

 

  • Consórcio: Galp Energia (15,0%), Petrobras (Operador, 47,5%) e Ecopetrol (37,5%)
  • Área: 85 km2
  • Tipo: Águas rasas
  • Profundidade de água: 100 - 400 metros

 

O bloco C-M-593, ou contrato BM-C-44, foi atribuído ao consórcio na nona rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2007.

 

O prémio pago pela totalidade deste bloco foi de 15,3 milhões de reais. Para este bloco foi assumido o compromisso de realizar um programa sísmico 3D até 2012 e de perfurar um poço de exploração até 2013.

Bloco BM-S-11

  • Consórcio: Galp Energia (10,0%), Petrobras (Operador, 65,0%) e BG Group (25,0%)
  • Área: 2.297 km2
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 - 2.500 metros

 

 

 Bloco BM-S-8

  • Consórcio: Galp Energia (14,0%), Petrobras (Operador, 66,0%), Barra Energia (10,0%) e Queiroz Galvão E&P (10,0%)
  • Área: 2.432 km2
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 - 2.500 metros

 Bloco BM-S-21

  • Consórcio: Galp Energia (20,0%) e Petrobras (operador, 80,0%)
  • Área: 1.037 Km2
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 - 2.500 metros

 Bloco BM-S-24

  • Consórcio: Galp Energia (20,0%) e Petrobras (Operador, 80,0%)
  • Área: 1.394 km2
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 – 2.500 metros

Descobertas importantes no bloco BM-S-11 confirmam o potencial da bacia de Santos

Na bacia de Santos, ao largo da costa brasileira, a Galp Energia está presente em quatro blocos de águas ultra-profundas, com áreas que variam entre os 2.075 e os 5.229 quilómetros quadrados, em lâminas de água entre os 1.600 e os 2.500 metros. Estes blocos têm a sua exploração focada no pré-sal, ou seja, nas acumulações de hidrocarbonetos mais antigos do que a rocha de sal. Por outro lado, por se encontrarem sob uma camada de sal com aproximadamente dois quilómetros de espessura, estes reservatórios são também designados de sub-sal.

 

A Galp Energia está presente em seis das dez descobertas nesta bacia: o Tupi, o Iara e o Iracema no Bloco BM-S-11, o Júpiter no BM-S-24, o Bem-te-vi no BM-S-8 e o Caramba no BM-S-21. O bloco BM-S-11 foi atribuído ao consórcio na segunda rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2000.

 

Na área de avaliação de Tupi, os trabalhos de sísmica 3D iniciaram-se em 2003 e o poço de descoberta, Tupi 1, foi perfurado em 2006, com a perfuração do poço Tupi Sul em 2007 a confirmar a extensão do reservatório. Os resultados dos testes de formação ao poço Tupi Sul, bem como as informações geológicas e sísmicas existentes, confirmaram o potencial de hidrocarbonetos no pré-sal e estimou-se, em 2007, um volume recuperável de 5 a 8 mil milhões de barris de petróleo e gás natural. A Declaração de Comercialidade, entregue à ANP, a 29 de dezembro de 2010, reviu os volumes divulgados anteriormente, para 8,3 mil milhões de barris de petróleo e gás natural, e marcou o início formal do desenvolvimento e da produção naquela área.

 

Na área de Iara, também no Bloco BM-S-11, as atividades em 2010 concentraram-se no reprocessamento sísmico e em estudos de preparação de um teste de longa duração.

 

A perfuração de novos poços reforça as estimativas na bacia de Santos

O Bem-te-vi, que é o primeiro poço de exploração no bloco BM-S-8, foi perfurado em 2008 e foi classificado como descobridor de petróleo. O bloco BM-S-8 foi atribuído ao consórcio na segunda rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2000.

 

No bloco BM-S-21 prossegue o plano de avaliação da descoberta Caramba realizada em 2007. O bloco BM-S-21 foi atribuído ao consórcio na terceira rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2001.

 

O Júpiter, o primeiro poço de exploração no bloco BM-S-24, foi perfurado em 2008, o que resultou numa descoberta importante de petróleo, gás e condensado. A abertura em agosto de 2008 de um side track no poço, iniciada em janeiro desse ano e cuja perfuração havia sido interrompida por motivos operacionais, confirmou a descoberta anunciada no início do ano. O bloco BM-S-24 foi atribuído ao consórcio na terceira rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2001. 

Bacia de Sergipe Alagoas

  • Consórcio: Galp Energia (50,0%, Operador) e Petrobras (50,0%)
  • Área: 91 km2
  • Tipo: Onshore
  • Nº de blocos: 2

 

Os blocos no onshore da bacia de Sergipe Alagoas foram adquiridos na sétima rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil, que decorreu em 2005. 

 

A Galp Energia é o operador nos dois blocos desta bacia.

 

Em 2010 foi emitida a Declaração de Comercialidade da descoberta Sati, que passou a designar-se Campo de Dó-Ré-Mi.

Consórcio: Galp Energia (40,0%) e Petrobras (Operador, 60,0%)
  • Área: 5.718 Km2
  • Tipo: Onshore
  • Nº de blocos: 3

 

Os blocos no onshore da bacia de Amazonas foram adquiridos na décima rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil, que decorreu no final de 2008.

 

O prémio total pago por estes blocos ascendeu a 27,5 milhões de reais. As concessões de exploração têm uma duração máxima de sete anos, durante os quais serão perfurados diversos poços de prospeção.

 

A bacia do Amazonas é uma região onde foram já identificadas reservas significativas de gás natural e situa-se perto de um importante polo industrial e mineiro.



Atualizado em: 31 Mai 2011

Ação Galp Energia

+ informação »
 
= igual a