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Exploração & Produção  
 

A Galp Energia está presente no Brasil em 26 projetos

Os projetos offshore, incluem as participações na prolífica bacia de Santos, em particular no projeto Lula/Iracema. Os projetos onshore, são de menor dimensão, sendo a Galp a operadora em alguns desses projetos.

Principais acontecimentos

  • Presença desde 1999, através da participação na segunda rodada para a atribuição de direitos de exploração;
  • Participação em parceria com a Petrobras, em cerca de 26 projetos, dispersos por sete bacias;
  • Operação de vários blocos, concentrados no onshore das bacias de Potiguar, Sergipe Alagoas e Parnaíba;
  • Regime de exploração: royalties e outros impostos.

Bacia Potiguar offshore

Contrato BM-POT-16

Consórcio: Galp (20,0%), Petrobras (Operador, 30,0%), BP Energy (30,0%) e IBV (20,0%)

Área: 1.535 km²

Tipo: Águas ultra-profundas

Profundidade de água: 50 – 2.000 metros

Nº de projetos: 2

 

 

Contrato BM-POT-17

Consórcio: Galp (20,0%) e Petrobras (Operador, 80,0%)

Área: 2.302 km²

Tipo: Águas ultra-profundas

Profundidade de água: 50 – 2.000 metros

Nº de projetos: 3

 

 

Contrato POT-M-764

Consórcio: Galp (20,0%), Petrobras (Operador, 40,0%) e BP (40,0%)

Área: 767 km²

Tipo: Águas profundas

Profundidade de água: 2.000 – 3.000 metros

Nº de projetos: 1

 

A licença BM-POT-16 inclui os blocos POT-M-663 e POT-M-760, tendo sido adquiridos na sétima rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2005. Em 2013, foi perfurado o poço Araraúna, tendo sido detetados indícios de petróleo, provando a presença de hidrocarbonetos.
 
A licença BM-POT-17 inclui os blocos POT-M-665 e POT-M-853 e POT-M-855, onde estes foram adquiridos na sétima rodada de licitação no Brasil em 2005. Em 2013, foi realizada a descoberta de Tango, confirmando a presença de um play na bacia. No entanto, esta descoberta foi considerada não comercial.
 
O bloco POT-M-764 foi adquirido na 11ª rodada de licitação no Brasil em 2013. Nesse mesmo ano, no bloco BM-POT-17, foi perfurado o poço Pitu onde foram constatados bons indícios de reservatório através das amostras recolhidas.
Após ter sido comprovada a extensão da descoberta de Pitu em 2015 através de um novo poço (Pitu Norte), e confirmado as boas condições de permeabilidade e porosidade do reservatório, o consórcio prevê agora a aquisição de sísmica 3D para toda a área de Potiguar, que deverá ter início em 2017.


 

 

Bacia Potiguar onshore

Consórcio: Galp Energia (50,0%) e Petrobras (50,0%)

Área: 670 km²

Tipo: Onshore

Nº de projetos: 1

  

 

Na bacia de Potiguar, foram adquiridos os blocos POT-T-480, POT-T-479 e POT-T-436 na sexta rodada de licitação do Brasil.

A acumulação de Sanhaçu foi descoberta em dezembro de 2007 com a perfuração do poço no bloco POT-T-479.

 

Em 2009, foi declarada comercialidade do campo de Sanhaçu que entrou em produção em 2012.

  

Bacia de Pernambuco

Mapa da bacia de PernambucoConsórcio: Galp (20,0%) e Petrobras (Operador, 80,0%)

Área: 1.713 km²

Tipo: Águas ultra-profundas

Profundidade da água: 1.000 - 2.000 metros

Nº de projetos: 2

 

Os dois blocos nas águas ultra-profundas da bacia de Pernambuco/Paraíba foram adquiridos na nona rodada de licitação no Brasil em 2007.

 

A Galp detém uma participação de 20% nos dois blocos, e em 2016 o consórcio submeteu um pedido de extensão à ANP do período exploratório até 2021

 

 

Bacia de Santos

Bloco BM-S-11

  • Consórcio: Galp(10,0%), Petrobras (Operador, 65,0%) e Shell (25,0%)
  • Área: 2.297 km²
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 - 2.500 metros
  • Nº de projetos: 3

 

 

Bloco BM-S-8

  • Consórcio: Galp(14,0%), Statoil(Operador, 66,0%), Barra Energia (10,0%) e Queiroz Galvão E&P (10,0%)
  • Área: 825 km²
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 - 2.500 metros
  • Nº de projetos: 1

Bloco BM-S-24

  • Consórcio: Galp (20,0%) e Petrobras (operador, 80,0%)
  • Área: 1.394 km²
  • Tipo: Águas ultra-profundas
  • Profundidade de água: 2.000 - 2.500 metros
  • Nº de projetos: 2

 

Descobertas importantes no bloco BM-S-11 confirmam o potencial da bacia de Santos

Na bacia de Santos, ao largo da costa brasileira, a Galp está presente em três blocos de águas ultraprofundas, com áreas que variam entre os 825 e os 2.297 km², em lâminas de água entre os 2.000 e os 2.500 metros. Estes blocos têm a sua exploração focada no pré-sal, ou seja, nas acumulações de hidrocarbonetos mais antigos do que a rocha de sal. Por outro lado, por se encontrarem sob uma camada de sal com aproximadamente dois quilómetros de espessura, estes reservatórios são também designados de sub-sal.
 
O bloco BM-S-11 foi atribuído ao consórcio na segunda rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil em 2000.

Bacia de Sergipe Alagoas

  • Consórcio: Galp (50,0%, Operador) e Petrobras (50,0%)
  • Área: 91 km²
  • Tipo: Onshore
  • Nº de projetos: 1

 

Os blocos no onshore da bacia de Sergipe Alagoas foram adquiridos na sétima rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil, que decorreu em 2005.

 

Em 2012, foi emitida a Declaração de Comercialidade da descoberta Sati, que passou a designar-se Campo de Dó-Ré-Mi.

O Campo Rabo Branco, foi descoberto com a perfuração dos poços 1-GALP-11-SE e 1-GALP-12-SE nos blocos exploratórios SEAL-T-412 (parte sul) e SEAL-T-429 respetivamente, que permitiram identificar acumulações de petróleo. Estes poços foram concluídos em 2007, e a Declaração de Comercialidade foi efetuada em 28 de dezembro de 2012. O campo está atualmente em produção.

 

Bacia de Amazonas

Consórcio: Galp (40,0%) e Petrobras (Operador, 60,0%)
  • Área: 5.718 km²
  • Tipo: Onshore
  • Nº de projetos: 1

 

Três  blocos foram adquiridos no onshore da bacia de Amazonas na décima rodada de licenciamento de direitos de exploração petrolífera no Brasil, que decorreu no final de 2008.
 
O prémio total pago por estes blocos ascendeu a 27,5 milhões de reais. As concessões de exploração têm uma duração máxima de sete anos, durante os quais serão perfurados diversos poços de prospeção.
 
A bacia do Amazonas é uma região onde foram já identificadas reservas significativas de gás natural e situa-se perto de um importante polo industrial e mineiro.

 

Durante o ano de 2015, o consórcio devolveu duas áreas de exploração (AM-T-85 e AM-T-62) e reteve a área AM-T-84 após descoberta de hidrocarbonetos.

 

Bacia de Barreirinhas

Consórcio: Galp (10,0%), Shell (Operador, 50,0%) e Petrobras (40,0%)

Tipo: Águas profundas e águas rasas

Área: 2.499 km²

Nº de projetos: 4

 

Na décima primeira rodada de licitação de blocos exploratórios promovida pela ANP em 2013, a Galp adquiriu quatro blocos na bacia de Barreirinhas, três dos quais em águas profundas, nomeadamente os blocos BAR-M-300, BAR-M-342 e BAR-M-344, e um bloco em águas rasas, BAR-M-388.

 

Em 2016, o consórcio concluiu a aquisição sísmica 3D de 1730 km2 e prossegue com a interpretação da sísmica adquirida, sendo expectável obter os resultados finais do processamento em 2017. A ANP aprovou a extensão da licença de exploração até 2019.

Bacia de Parnaíba

Consórcio: Galp (50,0%) e Petrobras (50,0%)

Tipo: Onshore

Área: 122 km²

Nº de projetos: 4

 

Na décima primeira rodada de licitação de blocos exploratórios promovida pela ANP em 2013, a Galp adquiriu quatro blocos na bacia de Parnaíba onshore. A Galp detém participações nos blocos PN-T-150 e PN-T-166, sendo o operador dos blocos PN-T-136 e PN-T-182. O Consórcio pagou um bónus de assinatura de 22 milhões de reais pelos quatro blocos.



Atualizado em: 05 Abr 2017

Ação Galp Energia

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