A solo, em grupo ou até mesmo em orquestra, a Galp desafia os adeptos lusos a “soprarem” com toda a energia, como forma de expressar o seu apoio à Seleção Nacional. A Vuvuzela é o instrumento escolhido para o efeito. Tem origem nas tribos sul-africanas. Há cerca de duas décadas foi introduzido no futebol , sendo sopradas nos jogos pelas claques das várias equipas sul-africanas. A Galp lança o desafio a todos os portugueses de, um minuto antes de cada jogo da Seleção, tocarem energicamente as vuvuzelas de forma a fazer chegar o nosso apoio aos jogadores nacionais.
“Quando todos nos concentramos no mesmo objetivo, vamos longe.
Quando todos queremos a mesma coisa vamos longe.
Quando todos juntamos a energia de todos, todos vamos longe.
A energia é como o som: não se vê mas sente-se.
(...) Vamos fazê-la viajar 10 mil quilómetros.
(...) e mostrar à nossa seleção que a distância se encurta com energia positiva.
Vamos tocar a vuvuzela antes de cada jogo.
(...) Vamos fazer disso o nosso ritual, um minuto de energia positiva.”
Assim é lançado o mote para a banda sonora da campanha publicitária, divulgada na televisão, rádio e Internet. O filme tem como protagonistas os jogadores da Seleção Nani e Simão, e o Mabhuti, um “mestre” no toque das vuvuzelas, que veio da África do Sul para ensinar os portugueses a tocar este instrumento de apoio à equipa de Carlos Queiroz. Mas o toque da Vuvuzela não se fica pelos meios de comunicação social. Já anda pelas ruas, bombas de abastecimento Galp e pelas redes sociais, a incentivar e dar força à Seleção Nacional.